Lígia
Entrando no tom teatral de Lígia, a Fagundes, Teles. Teu livro, o baile verde. Na ceia, o conto de estrelas, de separação.
Um fim que é um desarranjo scontato, que já foi. Pensando em ti, em peripécias, reais. De sutilezas de poeiras ou fogs de estradas, ou a ver você ainda na casa, mimosa, a mesma, o café e o mescolado e a voz, a tua voz que meio que minha, dizem...e o vazio, a mesma descarga insolente. A lua hoje é longe, mas cheia, mais ao sul, estranha. Antares que a acompanha, Antares, o mesmo nome da cachoeira em Tume, aquela da grande abdução. Não? Do turbilhão que ainda não passou. Se era Canabis da boa ou um aviso de corte, era ensaio? Mas caiu o pano. No tom de Lígia...


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